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09/10/2017 - BRASIL É O 4º PAÍS COM MAIS USUÁRIOS DE INTERNET, DIZ RELATÓRIO DA ONU

O Brasil é o quarto país com maior número absoluto de usuários de internet, ficando atrás de Estados Unidos, Índia e China. Os dados constam de relatório publicado nesta semana pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

O documento “Economia da Informação 2017: Digitalização, Comércio e Desenvolvimento” apontou que o Brasil tinha 120 milhões de usuários de internet em 2015, ficando atrás dos EUA, com 242 milhões, da Índia, com 333 milhões, e da China, com 705 milhões.

Em 2015, as economias em desenvolvimento responderam por 70% dos usuários de Internet no mundo, sendo a maior parte na China e na Índia. Apenas quatro economias desenvolvidas ficaram entre os dez países com maior número de usuários: EUA, Japão, Alemanha e Reino Unido.

O relatório indicou que no Brasil, na Índia, no México e na Nigéria, as taxas de crescimento anual do uso de Internet ficaram entre 4% e 6% de 2012 a 2015, enquanto as taxas de avanço foram bem menores nas economias desenvolvidas, com exceção do Japão, uma vez que esses mercados já estão perto da saturação.

Quase 90% das 750 milhões de pessoas que ficaram online pela primeira vez entre 2012 e 2015 viviam em países em desenvolvimento, com os maiores números vindo de Índia (178 milhões) e China (122 milhões). Em muitos países em desenvolvimento, aproximadamente metade ou mais dos usuários de Internet ficaram online pela primeira vez nos últimos três anos, este sendo o caso de Bangladesh, Índia, Irã e Paquistão.

No Brasil e na China, mais de 50% da população utiliza a Internet, enquanto na Índia apenas pouco mais de um quarto da população está online. A expectativa é de que os próximos 1 bilhão de usuários de Internet virão principalmente das economias em desenvolvimento.

O acesso e o uso da banda larga são facilitadores essenciais da economia digital, disse o documento. Apesar da crescente conectividade, o uso da banda larga ainda é muito limitado nos países menos desenvolvidos, onde permanece muito cara para a maior parte da população.

Os preços da banda larga fixa podem ser três vezes maiores nos países em desenvolvimento do que nos países desenvolvidos, enquanto o preço da banda larga móvel pode ser duas vezes maior, segundo a União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Nos últimos anos, o crescimento das assinaturas de banda larga fixa foi menor que o da banda larga móvel em todas as regiões, o que levanta algumas preocupações em relação ao desenvolvimento de longo prazo das redes e de serviços de alta capacidade em regiões menos desenvolvidas.

Desigualdades permanecem

Apesar da considerável melhora no acesso às TICs, as disparidades persistem no uso de tais tecnologia, especialmente em relação à banda larga. Nos países em desenvolvimento, especialmente nos menos desenvolvidos, a penetração da banda larga é baixa. Mesmo aqueles que têm acesso à banda larga tendem a experimentar velocidades baixas de download e upload, o que limita as atividades na internet.

Em muitos países da região latino-americana e caribenha, a probabilidade de usuários de Internet realizarem compras online é ainda muito baixa. Por exemplo, em Colômbia, México e Paraguai, menos de 10% dos usuários de Internet compram online, enquanto uma fatia muito maior desses usuários utiliza as redes sociais.

O relatório da UNCTAD apontou ainda que a presença dos países da América Latina e do Caribe na economia digital permanece relativamente limitada. Junto com a África, a região latino-americana e caribenha responde por apenas 4% de todas as impressoras 3D utilizadas no mundo. Além disso, as mesmas duas regiões respondem por menos de 2% das empresas digitais do mundo com uma capitalização de mercado de mais de 1 bilhão de dólares.

O relatório indicou também que menos de metade dos países da América Latina e do Caribe adotaram legislação de proteção e privacidade de dados, e menos de um terço de todas as economias caribenhas tem leis de proteção ao consumidor para compras online.

Entre as economias emergentes, a falta de habilidades digitais é particularmente significativa na América Latina. Empresas na região tinham três vezes mais chances do que empresas do Sul da Ásia, e 13 vezes mais do que as da Ásia-Pacífico, de ter problemas operacionais devido à falta de capital humano.

Ao mesmo tempo, o relatório cita experiências bem sucedidas na região, como o programa brasileiro Exporta Fácil, implementado em 2002 e que ajudou a reduzir custos para a exportação de bens das pequenas e médias empresas. (Com assessoria de imprensa)

 

Fonte: telesintese

26/09/2017 - JUSTIÇA MANDA ANATEL E ANEEL PRATICAREM PREÇO DE REFERÊNCIA DO POSTE PARA TELECOM

Passados três anos da publicação da resolução conjunta Anatel e Aneel que definiu o preço de R$ 3,19 como valor máximo para ser cobrado pelas concessionárias de energia elétrica para a fixação de cabos de telecom em seus postes, ainda há muita resistência, por parte das empresas de energia, em cumprir essa norma. Mesmo depois de decisão da comissão de arbitragem (formada por representantes das duas agências) as empresas de energia recorrem da decisão, e operadoras de telecom não conseguem fechar o preço estabelecido. Agora, as teles começam a ganhar na justiça a disputa.

 

A disputa para fazer com que passe a valer o preço da fixação dos cabos de telecomunicações nos postes das concessionárias de energia elétrica é longa, está parando na justiça. Pelo menos uma empresa acaba de conseguir uma liminar da justiça para que a comissão de arbitragem da Anatel e Aneel confirme a deliberação já tomada. Foi a empresa BB Telecom Serviços, conhecida como City Shop, que ganhou a liminar por intermédio do escritório de advocacia Silva, Vitor, Faria& Ribeiro.

Conforme o advogado Alan Faria, há 78 processos na Comissão de Conflitos da Anatel e Aneel para resolver a disputa do preço do poste. E, mesmo com a decisão de primeira instância dessa comissão, as elétricas recorrem à mesma comissão, porque não há outra instância para deliberar pelos pedidos de reconsideração. E, conforme Faria, embora o regulamento conjunto publicado em 2014 estabeleça que o pedido de reconsideração deva ser analisado em 40 dias, esses processos estão parados há mais de ano na Anatel.

No caso dessa empresa, que não consegue negociar os preços estabelecidos com a Cemig, o escritório ingressou com Mandado de Segurança, e a Justiça Federal de Brasília acaba de conceder a liminar, estabelecendo o prazo de 60 dias para que a comissão dê a palavra final. A Cemig quer continuar a cobrar R$ 7,32 por ponto de fixação, contra o valor de R$ 3,19 acordado pelas duas agências.

Celeridade

Segundo o superintendente de Competição da Anatel, Abraão Silva, a comissão ainda não foi notificada da decisão da juiz Edna Márcio Medeiros, mas irá cumprir a determinação assim que chegar.

Ele explicou, no entanto, que, a comissão de arbitragem está priorizando o julgamento dos processos da primeira instância, porque entende que, do ponto de vista jurídico, não há efeito suspensivo na decisão. Ou seja, as empresas de energia, mesmo quando ingressam com o pedido de reconsideração, deveriam cumprir a determinação da comissão.

Segundo Silva, desde maio deste ano, quando foi realizada uma reunião entre os conselhos da Anatel e da Aneel para tratar dessas pendências, a comissão já julgou 30 processos. “Estamos priorizando o julgamento dos processos de primeira instância porque, a partir da decisão da comissão, ela já está valendo”, afirmou. Segundo ele, os pedidos de reconsideração são praticamente um novo processo e, por isso, os esforços estão todos voltados agora para decidir  a primeira etapa do conflito.

O técnico da Anatel assinalou que as resistências das concessionárias de energia em reduzir o preço do aluguel de sua infraestrutura têm diminuído. Tanto que, lembrou, recentemente duas grandes empresas – a Eletropaulo e a Claro Brasil  – fecharam acordo sem que a comissão de arbitragem precisasse se manifestar.

Abraão Silva disse ainda que as duas agências estão deliberando sobre qual a melhor forma de lidar com os pedidos de reconsideração.

 

Fonte: telesintese.com.br

22/09/2017 - INTERNET BRASILEIRA SOFRE AGORA O EFEITO DO FURACÃO MARIA

Provedores regionais de internet estão registrando quedas significativas na velocidade de suas redes nos últimos dias., em suas conexões com o exterior. E esses problemas estão vinculados, ainda, ao furacão Maria, que destruiu inúmeras ilhas do Caribe, principalmente Porto Rico e Saint Croix, rota da maioria dos cabos submarinos internacionais que se conectam com a América do Sul.

Por quê essa lentidão só começou agora, vários dias depois da passagem do furacão Irma, na primeira semana de setembro, e agora o Maria, que se formou no início desta semana, é uma das questões que intrigam as operadoras brasileiras. Na opinião de alguns analistas, isso deve a fato de que, embora os cabos submarinos estejam projetados para enfrentar qualquer tipo de vento e para funcionar automaticamente, precisam da intervenção humana nos Pops e nas land stations.

“O problema é que essas ilhas foram evacuadas e, em muitos lugares, a mão de obra ainda não conseguiu retornar, deixando os sistemas sem manutenção mais tempos do que o previsto”, assinala um consultor.

Uma das redes mais afetadas, porque um de seus Pops está justamente na ilha de Saint Croix, que foi devastada pelos dois furacões – o Irma e agora o Maria -, é a da Telecom Italia Sparkle, que dá uma paradinha em Fortaleza, mas tem seu Pop no Rio de Janeiro.

Conforme o analista de telecomunicações, Uesley Correa, estima-se em 60% a 70% de perda de pacotes de quem sai do Rio de Janeiro pela rede da Sparkle.  A empresa confirma que precisou tomar medidas devido ao furacão Maria.

” O furacão Maria, de categoria 5, impactou Porto Rico causando severos danos e enchentes na ilha. Tivemos que ‘desenergizar’ nosso nó na estação para evitar danos mais sérios aos equipamentos. Essa situação provocou a saturação de nosso tráfego IP que afeta nossa rota internacional em direção ao Brasil”, informou a empresa. Também a Highwinds, que revende capacidade do Sparkle, confirmou o problema.

 

Fonte: telesintese.com

25/07/2017 - Provedores respondem por 12% do mercado nacional de banda larga fixa

O serviço de banda larga fixa (internet fixa) registrou aumento de assinantes em maio na comparação com abril, totalizando quase 27,5 milhões até o fim de maio deste ano, um aumento de 163.398 mil clientes (0,60%) se comparado ao mês anterior. Nos últimos doze meses, foram adicionados à rede 1.419.082 de clientes (+5,45%). No ano, o crescimento dos provedores chega a 34,21%.

Os provedores de conexão, somados, tiveram a maior variação entre maio e abril, aumentando a base de clientes em 3,54% e terminando maio com 3.393.257. Em porcentual de crescimento, a TIM foi a segunda maior, com aumento de 2,96% da base, seguida da Cabo com 2,94%.

Em números absolutos, o grupo Claro, pertencente à mexicana América Móvel, tem a maior base com 8,58 milhões de clientes. A Vivo, da espanhola Telefónica, é a vice-líder com 7,55 milhões de assinantes.

Nos números da Anatel, segundo reportagem do site Teletime, o destaque foi o crescimento da fibra óptica, um avanço de 8,03% (166,6 mil adições líquidas) no mês e de 55,08% no ano. No total, a tecnologia conta com 2,240 milhões de acessos. O HFC cresceu 5,95% (total de 42,8 mil acessos) e o cabo, 0,08% (total de 8,653 milhões de conexões). A banda larga via satélite, por sua vez, avançou 3,70% e totalizou 73,9 mil acessos.

No ano, o crescimento é de 7,46%. A maior base continua com a xDSL, que totalizou 13,302 milhões de linhas, praticamente estável (recuo de 0,01%) em relação a abril, mas com queda de 0,26% no ano.

 

Nos Estados, entre abril e maio deste ano, a base de assinantes de Minas Gerais aumentou 41.406 novos clientes (+1,55%), no Ceará a elevação foi de 32.196 (+5,12%), e no Rio Grande do Norte 27.779 (+9,91%). Nos últimos doze meses, houve aumento de usuários em todos os estados. Os maiores percentuais foram registrados nos estados de São Paulo, com 248.014 novos clientes (+2,63%); Minas Gerais com 207.821  (+8,28%) e Rio Grande do Sul com 135.237 (+8,56%). 

 

Fonte: Abranet

13/07/2017 - Projeto na Câmara tenta incluir empresas de Internet aderentes ao SIMPLES no REPNBL

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviço aprovou proposta que permite a apresentação de projetos para o Programa Nacional de Banda Larga para Implantação de Redes de Telecomunicações (REPNBL-Redes) até 30 de junho de 2021. No caso de projetos nas regiões Norte e Nordeste do País, o prazo será 30 de junho de 2024.

A proposta altera a Lei 12.715/12, que instituiu o REPNBL-Redes. O programa ofereceu isenções dos tributos IPI, PIS/Pasep e Cofins para instalação, ampliação ou modernização de redes de telecomunicações destinadas ao tráfego de dados em banda larga. O prazo para apresentação de projetos ao Ministério das Comunicações era 30 de junho de 2015, e o programa foi encerrado em 2016.

O texto aprovado é o parecer com complementação de voto da relatora, deputada Conceição Sampaio (PP-AM), ao Projeto de Lei 3863/15, da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. O projeto original previa o prazo de 30 de junho de 2018 para a apresentação dos projetos.

Empresas do Simples

A proposta também altera a Lei 12.715/12, para permitir que pessoas jurídicas optantes pelo Simples Nacional possam aderir ao REPNBL-Redes. A lei atual impossibilita essa adesão.Além disso, prevê que a data de realização das construções, implantações, ampliações ou modernizações de redes de telecomunicações seja prorrogada de 31 de dezembro de 2016 para 31 de dezembro de 2024. No caso de das regiões Norte e Nordeste, esse prazo será encerrado em 31 de dezembro de 2027.

Segundo a relatora, dados do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações apontam que, durante a vigência do programa, foram aprovados 1.150 projetos entre dezembro de 2013 e junho de 2015, com um valor total de investimento de R$ 13,2 bilhões. Cerca de metade do montante aprovado foi destinado à ampliação de redes de telefonia móvel, e outros R$ 5 bilhões foram direcionados a redes de acesso óptico. O restante foi relacionado a redes de cabo de metal e a satélites.

Ainda conforme a deputada, aproximadamente 60% dos investimentos foram destinados à região Sudeste, e a região Nordeste recebeu 22% dos aportes. Em seu conjunto, os projetos beneficiaram cerca de três mil localidades. “Consideramos que é importante que o prazo de apresentação dos projetos seja prorrogado, de forma a assegurar a expansão das conexões dos domicílios brasileiros, sobretudo no interior, à rede mundial de computadores em banda larga”, afirmou Conceição Sampaio.

A proposta, que tramita em regime de prioridade, será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, será votada pelo Plenário.

*Com informações da Câmara Federal

 

Fonte: abranet

03/07/2017 - Novo canal facilita acesso de pequenas e médias empresas a crédito do BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou, dia 26, um canal que permite que micro, pequenos e médios empresários solicitem, de forma ágil, crédito direto ao sistema bancário. O Canal do Desenvolvedor MPME é uma plataforma de relacionamento pela internet exclusiva para essa faixa de empresas.

Pela primeira vez, o BNDES passa a se comunicar diretamente com o empreendedor interessado em suas linhas de financiamento. “É um instrumento que pretende levar informação sobre o crédito ao micro e ao pequeno empresário. A lógica é expandir o crédito”, frisou o diretor da área de operações indiretas do BNDES, Ricardo Ramos.

Por meio do canal, as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), ou seja, empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões, podem fazer manifestações de interesse de crédito, via internet, em qualquer lugar, 24 horas por dia, nos sete dias da semana, sem precisar visitar um agente repassador de recursos.

O canal pode ser acessado por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets). Segundo o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, o banco pretende aumentar a capilaridade de seus recursos dentro da linha das micro, pequenas e médias empresas (MPMEs). “No próximo ano estaremos com 50% [de empréstimos para as MPMEs] e essa ferramenta é o que me habilita a dizer isso”, afirmou.

Rabello disse, ainda, que o BNDES vai aumentar a oferta dos recursos disponíveis de forma geral. “Nós pretendemos sair dos R$ 85 bilhões, em média, de desembolso anual, para algo superior a R$ 100 bilhões daqui até o final do ano, e assim acelerar o processo de aproximação das necessidades de fomento e desenvolvimento [do país]”.

 

Fonte: pontoISP

29/06/2017 - Usuários de internet serão 58% da população mundial em 2021

O número de usuários da Internet está previsto para saltar de 3,3 bilhões para 4,6 bilhões nos próximos cinco anos (2016-2021), atingindo 58% da população mundial. Haverá também neste período uma maior adoção de dispositivos pessoais e conexões máquina-máquina (M2M), passando de 17,1 bilhões para 27,1 bilhões, e avanços na velocidade de banda larga, de 27,5 Mbps a 53,0 Mbps. Além disto, o consumo de vídeos mostra que veio para ficar, sendo responsável por 82% do tráfego IP total atpe 2012 (em 2016 era de 73%). Todos esses dados fazem parte do relatório recém-divulgado Cisco Visual Networking Index (VNI).

Durante o período de previsão, o tráfego global de IP também deverá aumentar três vezes, atingindo uma taxa anual de 3,3 zettabytes até 2021, em comparação ao índice anual de 1.2 zettabytes em 2016. Impulsionadas pelos avanços da internet das coisas, pela primeira vez nos 12 anos da análise, as conexões M2M vão representar mais da metade do total de 27 bilhões de dispositivos e conexões e serão responsáveis por 5% do tráfego IP até 2021. 

De acordo com o estudo, vídeos continuarão dominando o tráfego IP. Em nível mundial, haverá quase 1,9 bilhão de usuários de vídeo (excluindo os somente móveis) até 2021, superando o volume de 1,4 bilhão em 2016. O mundo atingirá 3 trilhões de minutos de vídeo na Internet por mês até 2021 ou 5 milhões de anos de vídeo por mês ou ainda aproximadamente um milhão de minutos a cada segundo.

Novas mídias, como vídeo ao vivo na Internet, crescerão 15 vezes e representarão 13% do tráfego na Internet até 2021- ou seja, haverá mais streaming de aplicações de TV e mais streaming pessoal ao vivo nas redes sociais. Ainda que o streaming de vídeo ao vivo seja o futuro do entretenimento, RA (Realidade Aumentada) e RV (Realidade Virtual) não ficarão atrás. Até 2021, o tráfego RV/RA crescerá 20 vezes — representando 1% do tráfego de entretenimento.

 

Fonte: abranet

27/06/2017 - ABRINT DIZ QUE SEM FRANQUIA DE DADOS, PEQUENO PROVEDOR VAI TER QUE AUMENTAR PREÇO

A Abrint, entidade que representa os provedores regionais de internet, divulgou hoje, 26, posicionamento contrário à aprovação do PL 7182/17, que proíbe a franquia de banda larga fixa. Para a entidade, se o projeto for aprovado, os provedores,  “inevitavelmente, serão obrigados a aumentar os preços dos seus planos ou reduzir as velocidades atuais como forma de manter os preços praticados. As duas alternativas trazem graves prejuízos ao usuário da Internet no Brasil”, alerta a entidade.
E argumenta:

A rede de internet foi construída levando-se em conta a sua característica estatística, ou seja: estima-se a capacidade total consumida na rede com base no cenário em que nenhum usuário consome 100% da capacidade contratada durante 100% do tempo.

Essa característica traz bases técnicas e comerciais indispensáveis à massificação do acesso à Internet. Ao vedar a implementação de franquia, o Congresso Nacional estará decretando que a Internet no Brasil será um produto caro e mais escasso, acessível apenas à parcela mais abastada da população, na contramão de todos os esforços do governo e do setor privado em popularizar cada vez mais o acesso e garantir sua disponibilidade em todas as localidades brasileiras.

No caso do segmento dos provedores regionais – que hoje são responsáveis pelo atendimento de mais de 3 milhões de usuários distribuídos pelo interior do País, muitas vezes localizados em áreas de periferia, comunidades, zonas rurais e alagados – esta medida será particularmente mais danosa. Como se sabe, o segmento utiliza tecnologia wireless que tem limitações técnicas que tornam ainda mais onerosa a oferta de planos exclusivamente sem franquia, podendo até inviabilizar a operação dessas pequenas empresas.

“Reconhecemos que há boa intenção na proposta, mas ela vai trazer prejuízo ao próprio consumidor que está no interior do País, além de reduzir perigosamente a competitividade do provedor regional”, afirma Basílio Perez, presidente da diretoria executiva da Abrint (Associação Brasileira dos Provedores de Internet e Telecomunicações)

A Abrint entende que o Congresso Nacional não deve se precipitar e decidir sobre um tema que é eminentemente técnico, antes da conclusão da análise de impacto regulatório que está sendo elaborada pela Anatel.

O PL

O projeto de lei  já foi aprovado no Senado Federal e também na comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados. Está agora na Comissão de Ciência, Tecnologia e Comunicação.

 

Fonte: telesintese

23/06/2017 - CemigTelecom amplia capacidade de rede óptica no Triângulo mineiro

A CemigTelecom ampliou a capacidade de sua rede óptica até o Triângulo Mineiro, passando pelas principais cidades do Oeste do Estado. A nova rede com cerca de 763 km, interliga Uberlândia a Belo Horizonte. Ao todo, sete cidades terão a sua capacidade de atendimento expandida. São elas: Patrocínio, Patos de Minas (Triângulo Mineiro), Luz (na região Central do Estado), Nova Serrana, Pará de Minas e Itaúna (Oeste) e Mateus Leme (RMBH).

Essa é apenas uma das fases de implantação do projeto DWDM, no qual foi aplicada parte dos R$ 20 milhões de investimentos anunciados pela CemigTelecom para o biênio 2017/2018. Entre outros benefícios, a tecnologia DWDM aumenta a velocidade das conexões e diminui a latência das redes. De acordo com o gerente de Planejamento, Tecnologia de Redes e Engenharia, Celem Oliveira, “essa expansão colocará todas essas cidades dentro da arquitetura de proteção total do backbone, aumentando, assim, a percepção de qualidade e disponibilidade dos serviços prestados”.

“Esse projeto de expansão tem o objetivo de levar a disponibilidade de serviços de alta capacidade com total redundância e baixa latência para todas as regiões onde a CEMIGTelecom atua, dentro e fora de Minas. Além disso, estaremos fortalecendo ainda mais a parceria com os principais provedores de internet da região, possibilitando através dessa parceria realizar a entrega de serviços para mais de 550 mil habitantes”, explica Fabio Abreu Carvalho, o diretor Comercial e de Operações empresa. (Com Assessoria de Imprensa)

 

Fonte: pontoisp

20/06/2017 - PROVEDORES DA BAHIA TÊM 90 DIAS PARA REGULARIZAR FIAÇÕES

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Empenhada, desde 2015, em realizar o reordenamento das fiações nos postes viários, a Coelba, distribuidora de energia da Bahia, gerou tensão no segmento de provedores de acesso à internet, esta semana. Após denúncias de cortes de cabos, foi realizada, dia 12, uma reunião entre associações de provedores de internet, sindicatos e a distribuidora, com a presença de um representante da Anatel.

Nesse encontro, ficou acordado que o prazo para a regularização da fiação será de 90 dias, em vez de 30 dias, a partir do diagnóstico apresentado pela Coelba. Todo o procedimento para o reordenamento nos postes será acompanhado em conjunto pela Coelba, pelas associações representantes dos provedores e pelo sindicato.

É importante levar em conta a realidade dos provedores regionais, alerta Ana Paula Meira, engenheira de Telecomunicações da SCM: “A maior parte deles, em algumas oportunidades, já tentou e ainda apresenta iniciativas de regularização de suas redes. Contudo, enfrentam diversos empecilhos por parte dos agentes envolvidos”.

Segundo a consultora, os problemas vão desde o início do processo, na apresentação dos projetos junto à concessionária, até a aprovação e assinatura dos contratos. “Seja por dificuldade de rota viável, por esgotamento de posição em postes já ocupados de forma irregular, por novas normas técnicas que muitas vezes dificultam e atrasam a apresentação do projeto em andamento, e até mesmo pelo preço praticado do aluguel do poste, em alguns casos acaba por inviabilizar a operação quando se torna demasiadamente excessivo em relação ao contrato praticado com as grandes operadoras”, aponta ela.

A reordenação de cabos, de acordo com a Coelba, visa garantir a segurança da população e dos profissionais que acessam os postes. Em nota, a empresa informa que “fiações irregulares e desordenadas estão mais sujeitas a risco de queda, de se entrelaçar em veículos altos, por causa, muitas vezes, da altura inadequada e de inclinação do poste por excesso de peso”.

Em 2016, foram ordenados 45 quilômetros de cabos de telefonia e telecomunicações em onze grandes corredores viários de Salvador e retiradas cerca de 1,5 toneladas de materiais das redes de telefonia e telecomunicações instalados irregularmente.

19/06/2017 - Governo convoca provedores para participarem da Estratégia Digital do Brasil

Os provedores Internet têm papel central na agenda digital que o governo está desenhando para o Brasil, pontuou o secretário de Política de Informática do MCTIC, Maximiliano Martinhão, ao participar da Convenção da Abranet, que acontece na Praia do Forte, na Bahia.

“Os provedores fomentaram a economia do consumo há vinte anos quando a Internet apareceu. Agora têm o papel de incentivar a economia da produção, para dar mais competitividade ao país”, afirmou o secretário da SEPIN.

Na apresentação, Maximiliano Martinhão disse que o Brasil precisa rever o modelo de uso da Internet, em especial, nas micro, pequenas e médias empresas. “Pesquisas do NIC.br mostram que 90% das PMEs dizem ter Internet, mas quando se questiona a efetivação de negócios esse percentual cai para 30%. Temos que melhorar muito”, pontuou.

O secretário da SEPIN convocou os provedores a participarem da elaboração do Plano Nacional de Internet das Coisas. "Coloquem as posições de vocês nas nossas consultas públicas", afirmou.

12/06/2017 - CISCO INDICA QUE A INTERNET TENDE A FICAR CADA VEZ MAIS REGIONAL

A internet, apesar de um fenômeno global, tende a ter seu tráfego cada vez mais regionalizado, conforme indica estudo publicado hoje, 08, pela Cisco. O relatório Visual Network Index (VNI) prevê que em 2021 apenas 41% dos dados vão atravessar fronteiras, migrando entre os países. Atualmente, esse volume é de 58% do total.

A mudança acontecerá também em nível local. O consumidor vai acessar cada vez mais conteúdo armazenado nas bordas da rede, mais perto de sua casa, sem precisar contactar o núcleo da rede da operadora. O estudo indica que 35% do tráfego de internet será assim, local, restrito às redes metropolitanas (hoje são 22%). Além disso, 23% do tráfego total global vai se concentrar em backbones regionais, não conectados a redes internacionais (hoje são 20%).

Segundo a Cisco, as previsões são resultado de diferentes tendências e formas de uso da internet, que vão se consolidar até 2021. O fenômeno do consumo de vídeo vai continuar a crescer. Este tipo de conteúdo será nada menos que 80% do tráfego mundial de dados em 2021, ante os atuais 67%. O vídeo tende a ficar armazenado localmente, para permitir entrega mais rápida e mais barata aos usuários.

Outro fator é o avanço das conexões máquina-a-máquina (M2M), que vão passar de 17,1 bilhões para 27,1 bilhões de acessos entre 2016 e 2021. Esse tipo de conexão tende a ser industrial e usado localmente.

Avanço da internet no mundo
O VNI também estima que a quantidade de usuários e o volume de dados vai crescer. Até 2021, serão 4,6 bilhões de pessoas conectadas, 58% da população mundial. Hoje são 3,3 milhões. Além disso, a quantidade de dados cruzando as redes vai aumentar 3x, passando do atual 1,2 zettabyte/ano, para 3,3 zettabytes em cinco anos.

A quantidade de objetos conectados (IoT) vai passar de 27,1 bilhões, dos quais, a metade será M2M, aqueles que dispensam interação humana. A realidade aumentada e os vídeos em realidade virtual vão crescer nada menos que 20x no período. Mas não significa que terão uma grande parcela do tráfego. Pelo contrário, todo o crescimento destes segmentos representará não mais que 1% dos dados da internet do futuro.

 

Fonte: Telesintese

05/06/2017 - BNDES define municípios que vão receber investimentos para ter banda larga

A Chefe do Departamento de Tecnologia da Informação do BNDES, Irecê Kauss, diz que a linha Conectividade Inclusiva foi aprovada pela diretoria em janeiro - o anúncio foi feito em novembro, durante o painel Telebrasil e teria R$ 1 bilhão para dedicar aos provedores que levam Internet nos municípios ainda não atendidos com a banda larga.

"Nesse momento, está sendo feita uma lista de municípios para saber quanto será investido para cada cidade, que não tem a infraestrutura ideal de banda larga. A ideia é ter, até o final do ano, dois grandes projetos do Conectividade Inclusiva já aprovados", afirma Irecê Kauss, que participou da 17ª Rio Wireless, realizada no Rio de Janeiro.

O Conectividade Inclusiva foi desenhado para destinar investimentos em regiões ou cidades em que a viabilidade econômica requer financiamento um pouco mais barato. A intenção é viabilizar investimentos que com recursos tradicionais aquelas localidades não receberiam, para implantação de redes em regiões que não receberiam a infraestrutura. Os pequenos provedores terão de apresentar garantias, mas a exigência será a partir dos recebíveis.

 

Assistam a entrevista com Irecê Kauss.

http://www.abranet.org.br/Noticias/BNDES-define-municipios-que-vao-receber-investimentos-para-ter-banda-larga-1468.html?UserActiveTemplate=site#.WTWU1-srK00

 

Fonte Abranet

02/06/2017 - Provedores são responsáveis por 3,261 milhões de acessos banda larga fixo

As empresas de internet têm sido responsáveis pelo incremento nas vendas dos acessos de banda larga fixa no país. Em abril, os provedores responderam por 3,261.590 milhões de acessos. De março para abril foram adicionados 817 mil novos acessos apenas pelos provedores, de acordo com dados divulgados pela Anatel.

Segundo a agência reguladora, o número de usuários do serviço em abril ficou em 27,29 milhões. Nos últimos doze meses, a banda larga fixa teve adição de 1,39 milhão de clientes (+5,36%). Na comparação com março, a prestadora Sky liderou o crescimento no mês de abril com 11,69 mil assinantes (+3,53%).

A TIM apresentou elevação de 3,23 mil (+0,94%), seguida pela Algar Telecom com 4,55 mil (+0,90%). Em comparação com abril de 2016, a TIM apresentou a maior evolução, entrada de 59,60 mil usuários (+20,87%). A Sky registrou  51,50 mil novos clientes (+17,69%), a Cabo mais 12,69 mil (+14,18%).

De março para abril deste ano, os maiores crescimentos percentuais registrados foram no Ceará com 14,21 mil novos clientes (+2,31%), no Pará com 6,90 mil (+2,23%), e em Maranhão com 4,19 mil (+1,87%). Nos últimos doze meses, todos os estados apresentaram crescimento. Os maiores percentuais foram registrados no Amapá com 6,81 mil usuários (+13,35%), no Maranhão com 26,26 mil (+13,03%) e Rondônia com 14,64 mil (+10,93%).

 

Fonte: Abranet

31/05/2017 - A ENTRADA EM VIGOR DO NOVO SIMPLES EM 2018 É DESAFIO PARA PROVEDORES

O novo Simples, que entra em vigor em 2018, com a redução das faixas de renda e aumento do teto de receita não trouxe benefícios ao segmento das pequenas e médias empresas de provedores de acesso à internet. Especialistas apontam que, além do aumento do imposto dentro das faixas do Simples, um pouco maior para as empresas de telecomunicações e quase inexistente para as empresas de serviço de valor agregado, a cobrança do ICMS por fora entre a receita de R$ 3,6 milhões e R$ 4,8 milhões, penaliza muito as empresas.

Por isso, a sugestão Cristiano Yasbeck, diretor de negócios do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, e do advogado tributarista Paulo Henrique Silva Vitor, do escritório Silva Vitor, Faria&Ribeiro, é de que as empresas comecem agora a fazer seu planejamento tributário. “O momento é este”, disse Yasbeck, insistindo que o provedor regional não pode deixar essa decisão para quando o novo Simples passar a ser aplicado. O que a pequena empresa tem que avaliar é se fica no Simples ou se é melhor passar para o regime de lucro real. “O regime de lucro presumido é mortal para o nosso segmento”, observou Cristiane Sanchez, diretora da Netserv, também presente ao debate sobre “Crescer e sair do Simples: evolução ou morte súbita”, no Abrint 2017, que começou hoje em São Paulo.

Qualquer que seja a melhor opção para a empresa, ficar no regime do Simples ou ir para o regime de lucro real, é fundamental, de acordo com os advogados, que as empresas do segmento separem, desde já, as atividades de telecomunicações, sujeitas ao pagamento do ICMS, das atividades de serviço de valor adicionado, tributadas pelo ISS.

 

Fonte: Telesintese

18/05/2017 - INDÚSTRIA 4.0 TERÁ REFLEXOS NOS DATA CENTERS

Sob uma demada operacional crescente, a Indústria 4.0 começa a ganhar mais visibilidade e escala. Projetos de grandes corporações estão sendo direcionados para suas subsidiárias em todo o mundo e os reflexos dessa movimentação chegam ao ecossistema de TI que atende essas companhias.

Nesse cenário, os data centers vão acumular mais essas mudanças ao seu processo de evolução já em andamento. “A tendência é aumentar o número de recursos utilizados e o perfil de negócios”, comenta Mario Rachid, diretor executivo de soluções digitais da Embratel.

Para analistas, a chegada da Indústria 4.0 vai potencializar o uso de diversas plataformas para os quais os data centers já vem se preparando. “Não mais restrito ao departamento de TI no organograma da empresa, por necessidade o data center servirá como a espinha dorsal da produção industrial. Para os operadores do centro de dados isso apresenta oportunidades – e, com ela, enormes desafios”, alerta documento produzido pela canadense Root Data Center.

“O data center passará a ver as aplicações como um todo, o que inclui a sua conexão com áreas como de processos industriais e de negócios”, comentou Rachid. Para ele, esse novo escopo de atendimento será o grande impacto sobre os data centers. Isso vai implicar em uma nova fase de serviços gerenciados no pacote de ofertas para os clientes, ressaltou.

A Indústria 4.0 tem como um de seus pilares a muitas vezes denominada como a Internet das Coisas Industrial, sob a sigla IIoT. Para a Accenture, se trata de uma rede física de objetos, sistemas, plataformas e aplicações que contém tecnologia embarcada para comunicar e compartilhar inteligência uma com a outra, com o ambiente externo e com as pessoas. O que não é pouca coisa e vai exigir muito esforço de todos os envolvidos, inclusive os data centers.

Um relatório recente da National Instruments, que constrói equipamentos de teste automatizados e software de instrumentação virtual para a Internet Industrial, aponta para uma série de desafios-chaves que as organizações e os provedores de tecnologia devem enfrentar para poderem colher quaisquer benefícios. Um deles, considerado um dos mais assustadores, é o desafio de construir redes para lidar com o fluxo de novos dispositivos conectados.

“Não é apenas o requisito de largura de banda que vai aumentar, mas a Internet Industrial vai exigir melhor latência e determinismo. Ao lidar com máquinas de precisão que podem falhar se o tempo for desligado por um milésimo de segundo serão necessários requisitos rigorosos a serem adotados nas companhias”, avalia o documento. Também a forma como as empresas projetam e aumentam seus sistemas industriais terá de mudar, diz a NI.

Para acompanhar todas essas mudanças no cenário industrial, os data centers irão se beneficiar de seus próprios processos de evolução tecnológica. “Toda a infraestrutura está evoluindo de uma forma natural em servidores, redes e storage”, comentou Rachid. A própria Embratel, por exemplo, já testa as redes SDN (Software Defined Network) com a qual seus centros de dados deverão ganhar mais rapidez, flexibilidade e um sistema mais confiável para seus backbones. Outros data centers também apostam nessa plataforma, assim como a NFV (Network Function Virtualization).

A demanda pela Indústria 4.0 já começa a ser notada no Brasil. A Gerdau anunciou recentemente que está implementando o projeto Usina Digital, pelo qual vai avaliar as operações das usinas como uma forma de encontrar soluções tecnológicas que contribuam para aumentar sua competitividade, garanta redução de custos e ganho de eficiência. Esse processo conecta várias plataformas, como as móveis, aplicativos e até drones.

Segundo Rachid, a Embratel já tem recebido demanda de seus clientes para atender esse processo evolutivo da indústria. Tanto que a operadora já tem um produto específico para a Indústria 4.0 que está em fase final de “encapsulamento” e deverá ser lançada no segundo semestre. Outras soluções deverão surgir ainda este ano além de projetos customizados.

 

Fonte: telesintese.com.br

03/05/2017 - Base de assinantes de banda larga dos provedores cresce sete vezes mais que a média

Os provedores de Internet regionais seguem como os principais responsáveis pelo crescimento da banda larga fixa no Brasil, segundo os últimos dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações. O aumento da base de assinantes dos provedores foi sete vezes maior que à média registrada.

A Anatel informou, nessa quarta-feira (26/4), que o serviço de banda larga fixa recebeu 286 mil novos assinantes em março, um aumento de 1,06% em comparação com fevereiro de 2017. Já os provedores registraram um acréscimo de 7,58% na base de assinantes passando de 2.979.079 em fevereiro para 3.204.756 em março.

O número de usuários do serviço está em 27,17 milhões. Nos últimos doze meses, a banda larga fixa teve adição de 1,36 milhão de clientes, um crescimento de 5,28%.

 

 

Como empresa individual, a prestadora Sky liderou o crescimento no terceiro mês do ano com 16,90 mil assinantes (+5,38%). A TIM apresentou elevação de 6,48 mil (+1,93%), seguida da Claro com 130,65 mil (+1,55%). Em comparação com março de 2016, a TIM apresentou a maior evolução, entrada de 65,72 mil usuários (+23,79%). A Sky registrou  48,01 mil novos clientes (+16,96%), a Cabo mais 11,71 mil (+13,16%).

De fevereiro para março deste ano, os maiores crescimentos percentuais registrados foram no Mato Grosso com 17,68 mil novos clientes (+5,00%), no Amapá com 2,20 mil (+4,02%), e em Santa Catariana com 45,71 mil (+3,85%). Nos últimos doze meses, todos os estados apresentaram crescimento. Os maiores percentuais foram registrados no Amapá com 6,66 mil usuários (+13,26%), no Maranhão com 24,34 mil (+12,21%) e Mato Grosso com 36,11 mil (+10,77%).

 

Fonte: abranet.org.br

24/04/2017 - Brasil possui 280 milhões de dispositivos moveis conectáveis à Internet

Os smartphones estão provocando uma ruptura nos processos empresariais e no modo de consumo de Tecnologia no Brasil. Tanto é assim que cada brasileiro terá um smartphone até o final deste ano, projeta o professor Fernando Meirelles, do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (GVcia) FGV EAESP. Atualmente, o número de smartphones está em 198 milhões e deve chegar a 208 milhões até dezembro.

Nesta quarta-feira,19/04, a entidade divulgou a 28ª Pesquisa Anual do Uso de TI nas Empresas, com a participação de 2540 empresas de médio e grande porte do Brasil. O estudo, em contrapartida, revela que a venda de PCs - desktops, notebooks e tablets - despencou quase 15% e ficou em 12 milhões de unidades em 2016. Em três anos, a queda contabilizada é de quase 50%. E para este ano, numa estimativa otimista deve manter esse mesmo montante, ou seja, 12 milhões de unidades relatou Meirelles.

O levantamento da FGV mostra que, hoje, existem 166 milhões de computadores (desktop, notebook e tablet) em uso no Brasil. Isso significa que são 4 computadores para cada 5 habitantes. A previsão de chegar a 1 por 1 foi adiada para 2020/2022. "O Brasileiro não deixou de comprar tecnologia. Ele deixou de comprar computador. O smartphone é o objeto de desejo e por isso está batendo a marca de 1 para 1 ainda em 2017. Ele causa uma ruptura no consumo pessoal e no consumo empresarial. As empresas não têm como impedir o BYOD, ou seja, que cada funcionário use o seu dispositivo. O smartphone é pessoal e intransferível", avalia Fernando Meirelles.

A pesquisa mostra ainda que, hoje, o Brasil possui 280 milhões de dispositivos móveis conectáveis à Internet no Brasil, ou seja, notebook, tablet e smartphone, o que representa 1,4 dispositivo portátil por habitante (140%). O levantamento apura ainda que, no mundo, existem, hoje, 8.5 bilhões de telefones (incluindo telefones fixos), 6 bilhões de TVs e 5 bilhões de computadores (desktops, notebooks e tablets).

"Para 2018, a nossa principal decisão será considerar o smartphone um computador ou não. Em 2017, não consideramos, mas estamos bem perto de achar isso. Hoje, o smartphone é computador dos jovens. A ruptura é real e está mudando a indústria", completou o professor Fernando Meirelles. Ainda segundo os dados, o Brasil vendeu 1,8 bilhão de telefones, sendo metade desse montante para a China.

 

Fonte: abranet.org.br

19/04/2017 - .br completa 28 anos com quase 4 milhões de domínios

O domínio .br está completando 28 anos de existência nesta terça-feira, 18/04, com 3,92 milhões de domínios registrados no País, o que coloca o .br entre os mais populares do mundo. Segundo dados do Registro.br, o domínio .com.br é o mais usado no país contabilizando 92,07% do total. Em segundo lugar aparece o .net.br com 2,3% dos domínios.

O .br  foi delegado, em 1989, por Jon Postel, da IANA, ao grupo que operava redes acadêmicas. Assim, .br foi utilizado inicialmente pela comunidade acadêmica para identificar as máquinas das redes que já existiam. Em pouco tempo e, principalmente, após a ECO-92, outros segmentos da sociedade civil tiveram acesso às redes em geral e à Internet em particular e o domínio “.br” passou a ser cada vez mais utilizado.

Com o início da fase comercial da Internet, no começo de 1996, o “.br” já registrava 851 domínios e terminou o ano com 7.507 registros. Em abril de 2014, o Registro.br já passa de 3.401.250 registros. No mundo apenas sete domínios para códigos de país (ccTLDs ou country-code Top Level Domain) possuem mais registros do que o Brasil com o “.br”. Sítios, blogs ou e-mails com o domínio “.br” são facilmente identificados na Internet como brasileiros. 

“Tradicionalmente, o Registro.br mantém uma equipe de profissionais altamente qualificados, que a todo momento analisam e desenvolvem novas ferramentas para aprimorar o sistema de registro de nomes de domínios brasileiros”, afirma Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). No início deste ano, o Registro.br atualizou o seu portal na Internet com um novo desenho e novas facilidades, levando para os usuários uma criptografia mais forte, nomenclatura acessível e um processo de registro simplificado. Para conhecer mais sobre os domínios “.br”, acesse http://registro.br.

 

Fonte: abranet.org.br

17/04/2017 - Backhaul em fibra ótica chega a 3.225 municípios brasileiros

Atualmente, 3.225 municípios brasileiros dispõem de infraestrutura de transporte de alta capacidade para a prestação de serviços de telecomunicações (backhaul) com tecnologia de fibra ótica. A informação foi divulgada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que colocou, nesta semana, em seu site, a lista dos municípios que contam com backhaul em fibra ótica.

Os dados divulgados na lista atual de dados do backhaul são de 2016 e foram obtidos junto às empresas prestadoras de serviços de telecomunicações e algumas associações de prestadores que fornecem acesso de banda larga. Confira a lista completa aqui.

O objetivo da Anatel é manter um diagnóstico atualizado da infraestrutura de telecomunicações brasileira, de modo a subsidiar a construção de novas políticas públicas e permitir que os agentes interessados (governos, empresas e cidadãos) possam ter acesso às informações em formato aberto e sempre atualizadas. Os prestadores que desejem encaminhar informações para atualizar os dados devem enviar e-mail para o seguinte endereço eletrônico pruv@anatel.gov.br.

Em nota, a Anatel informou que o Conselho Diretor determinou a elaboração do Plano Estrutural de Redes de Telecomunicação (PERT), que tem entre os objetivos a instalação de backhaul com fibra ótica em municípios ainda sem essa tecnologia.

Fonte: anatel.gov.br

11/04/2017 - Desenvolvimento de cabo para transmissão simultânea de energia elétrica e de dados vira realidade

A Unidade EMBRAPII CPqD e a Furukawa desenvolveram um cabo híbrido, metálico com fibra óptica no interior, capaz de conduzir energia elétrica e, ao mesmo tempo, fazer a transmissão de dados em banda larga. De acordo com as organizações, a nova tecnologia, chamada de OPDC (Optical Distribution Cable), é inédita no Brasil e já está disponível. Inclusive, ela vem servindo de base para a implantação de uma rede sinérgica, desenvolvida pela Cemig em parceria com o CPqD, com o apoio dos programas de P&D da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Fapemig.

Um dos usos é para as redes de distribuição de energia elétrica, que estão ficando mais sofisticadas, especialmente em função de avanços como a introdução de smart grids e da geração distribuída, o que aumenta a necessidade de automação e controle para garantir a qualidade do serviço prestado pelas concessionárias.

Para Claudio Antonio Hortencio, pesquisador do CPqD, o diferencial desta nova tecnologia é o uso da fibra óptica dentro do cabo energizado, em redes de média tensão (os cabos OPGW — Optical Ground Wire são utilizados em torres de transmissão de energia de alta tensão, como um cabo para-raios). Ele explica que o acesso às fibras ópticas no cabo condutor exige uma proteção elétrica, por meio de um dispositivo isolador que é um resultado importante e inovador desse projeto.

Para Luiz Obara, da gerência técnica de energia da Furukawa, a maior adoção de smart grids e cidades inteligências, com uso de semáforos e iluminação pública inteligentes, sensores, carros elétricos, geração distribuída etc., vai exigir redes de fibra óptica para garantir altíssima qualidade e confiabilidade das aplicações e serviços. 

Obara revela que o projeto com a Unidade EMBRAPII CPqD resultou em um sistema completo para redes sinérgicas, constituído de vários tipos de cabos para diferentes aplicações, além dos acessórios. Alguns deles já estão em uso na UniverCemig, uma espécie de laboratório vivo da distribuidora de energia instalado em Sete Lagoas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). Lá, um projeto piloto da rede sinérgica está funcionando em escala real.  

Carlos Alexandre Meireles Nascimento, engenheiro de tecnologia e normatização da Cemig e um dos desenvolvedores da tecnologia de redes sinérgicas, destaca que o novo cabo híbrido, que vem sendo utilizado com sucesso em um trecho da rede de distribuição da concessionária em Sete Lagoas, é um elemento importante na construção das redes elétricas inteligentes (ou smart grids). Ele explica que uma das vantagens é que, se houver rompimento desse cabo, a fibra óptica permite detectar o ponto exato em que isso ocorreu, o que facilita o bloqueio da rede de energia para evitar acidentes e reduz muito o tempo de reparo do problema.

 

Além disso, ele ressalta que a nova tecnologia permitirá o compartilhamento da infraestrutura de comunicação em banda larga entre as diversas operações da concessionária de energia e, também, com operadoras de telecomunicações e provedores de serviços de internet, por exemplo.

 

Fonte: abranet.org.br