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05/02/2018 - Abrint quer manter regras para ocupação de postes

Abrint quer manter regras para ocupação de postes

A Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) divulgou nota nesta quarta-feira, 31, em que contesta a decisão da Anatel e Aneel (Agência Nacional de Energia) de buscar uma nova solução para o aluguel de postes pelas empresas de telecomunicações.

A entidade lembra que a resolução conjunta nº 4, em vigor desde 2015, garante um valor de referência (R$ 3,19 por ponto de fixação) para aluguel de postes por empresas de telecom. A associação defende que o acordo é bom para ambos os setores e reforça que o momento agora é de garantir a efetivação das regras, inclusive a aplicação do preço de referência, e de "não destruir o que foi conquistado". "Reconhecemos que a resolução conjunta teve muita dificuldade de ser implementada e, nesses dois anos, tivemos poucos avanços. No entanto, as discussões já foram feitas e as decisões tomadas. O foco da Anatel deve ser cumprir a resolução em vigor e não começar algo do zero" comenta em comunicado o presidente da Abrint, Basílio Perez.

Na visão da entidade, a revisão pode gerar também insegurança jurídica e instabilidade no setor. "Quem já ganhou processos anteriores relacionados aos preços de aluguel em primeira instância pode sofrer consequências jurídicas, caso a Anatel e a Aneel resolvam desconsiderar a resolução atual" diz o presidente.

Para contribuir com a implementação do acordo, a Abrint está organizando um movimento de regularização de ocupação de postes. "Não podemos ignorar as decisões que já foram tomadas e abrir mão das conquistas do setor. A Anatel deve lutar pelo cumprimento da resolução conjunta nº 4. Por isso, estamos desenhando um projeto piloto para a ocupação de postes" finaliza o Perez.

A reação da Abrint ocorre após o superintendente executivo da Anatel, Carlos Manuel Baigorri ter declarado, durante reunião do Conselho Consultivo nesta terça-feira, 30, que a resolução conjunta entre as duas agências pouco avançou e que um dos desafios para este ano é refazer uma regulamentação do zero. "Este é um problema a ser enfrentado neste ano", afirmou. Também ressaltou que outra questão a ser enfrentada é o compartilhamento em dutos nas rodovias. Segundo Baigorri, o assunto não faz parte das prioridades do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNITT).

Ainda nesta quarta-feira, a Anatel publicou no Diário Oficial da União (DOU) despacho em conjunto com a Aneel em que a Comissão de Resolução de Conflitos formada pelas duas agências e mais a Agência Nacional do Petróleo (ANP) determina manutenção do preço e condições do Contrato de Compartilhamento de infraestrutura entre A.P Oliveira & Cia Informática LTDA, Companhia Paulista de Força e Luz – CPFL. De acordo com o despacho, a CPFL deve cobrar o valor de R$ 3,19 por ponto de fixação em poste da empresa de tecnologia – ou seja, o valor de referência estabelecido na resolução conjunta nº 4. O valor é retroativo a outubro de 2015, com acréscimo de correção pelo IGP-M, tendo como data base 30 de dezembro de 2014, quando foi publicada a resolução das agências.

Fonte: Teletime
Link: https://goo.gl/YKmmJ2

29/01/2018 - Saiba como as tendências da tecnologia vão mudar a sua empresa em 2018

Transformação digital, blockchain, internet das coisas, inteligência artificial (IA), aprendizado de máquina (machine learnin) e realidades virtual e aumentada, aplicativos inteligentes e analytics, edge computing e plataformas conversacionais são algumas das tendências que permearão o universo da tecnologia da informação a partir de 2018.

Além destas tecnologias, que ficam mais maduras, outros conceitos emergem no universo e figuram na lista de novidades as serem observadas. São elas: “event driven”, quando o digital direciona o negócio, “gêmeos digitais”, o termo que se refere à representação digital de uma entidade ou sistema do mundo real; “experiência imersiva” com as realidades virtuais, aumentadas e mistas estão mudando a maneira como as pessoas percebem e interagem com o mundo digital.

Conheça as principais tendências em tecnologias em reportagem na edição 23 da revista Abranet. Clique aqui e confira.

Fonte: Abranet
Link: https://goo.gl/e5BVVu

22/01/2018 - Provedores reagem à liberação de distribuidoras de energia para cortar cabos de telecom

Uma decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), editada dia 12 dezembro de 2017, preocupou os provedores regionais de acesso à internet. A Resolução Normativa ANEEL nº 797 deu permissão às concessionárias de energia para retirar de seus postes cabos de telecom considerados irregulares.

A medida, alegam representantes dos ISPs, poderá afetar clientes dos serviços, uma vez que, na operação de desligamento, há grande risco de cabos instalados regularmente serem removidos por equívoco, pois as distribuidoras de energia não têm conhecimento técnico suficiente para fazer a retirada dos fios sem risco para os cabos instalados regularmente. Magnum Foletto, presidente recém-eleito da Associação dos Provedores de Internet do Sul (Internetsul), considera absurda a retirada de cabos sem autorização da Anatel: “Não se pode atribuir aos clientes de boa fé o ônus de serem atendidos por maus fornecedores. É preciso haver um processo de notificação da agência reguladora correta, no caso, a Anatel, além de aviso ao fornecedor e prazo para a regulamentação”.

A decisão da Aneel atinge não apenas ligações consideradas clandestinas (aquelas que não têm contrato com a distribuidora), mas também aquelas em que operadora têm contrato de compartilhamento do poste, mas não registrou a instalação no projeto técnico aprovado pela distribuidora.

Vem de longa data o embate entre os setores de energia e telecom com relação à ocupação de postes de energia por redes de telefonia, que não foram projetadas para receber tais instalações. Por falta de regulamentação, ocupações desordenadas têm aumentado, nos últimos anos, oferecendo risco aos serviços e até mesmo riscos à segurança física da população.

Diante desse problema, a Aneel informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que as “as distribuidoras, por serem as responsáveis pelos ativos e pela prestação do serviço, precisam de meios para buscar a regularização da ocupação; e que a REN 797/2017 veio ao encontro do objetivo de fornecer mais meios para as distribuidoras buscarem a regularização”. A agência também garantiu que “não efetua a retirada de cabos e que a regulamentação somente autoriza a distribuidora a realizar a retirada de cabos em duas situações: (i) no caso de ocupação clandestina; e (ii) no caso de cabos sem identificação e que nenhum dos ocupantes que possuem contrato de compartilhamento com a distribuidora se apresenta como responsável após notificação. Nas situações emergenciais que envolvam risco de acidente, a distribuidora também pode proceder a retirada. Nos demais casos, é necessário solicitar autorização à Comissão de Resolução de Conflitos, na qual a ANEEL e a Anatel decidem conjuntamente”.

Em relação à preocupação com a retirada equivocada de cabos, a Aneel informou que “a Norma obriga a todos os prestadores de serviços de telecom ocupantes de infraestruturas do setor elétrico manter seus cabos e demais equipamentos identificados e em conformidade com as normas técnicas aplicáveis (vide, por exemplo, Resolução Conjunta ANEEL/Anatel/ANP no 004/2014), onde se inclui o plano de ocupação de cada distribuidora para a sua infraestrutura passível de compartilhamento. Com a correta identificação, o risco de remoção equivocada de um cabo fica mitigado e tende a ser uma exceção. Tal situação só poderia afetar as ocupações clandestinas que são extremamente danosas ao sistema de distribuição (exemplo “gatonet”)”.

Fonte: pontoisp

10/01/2018 - Programa Internet para Todos abre inscrições para empresas interessadas

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) divulgou a lista das 25 mil localidades de todo o país que serão beneficiadas pelo programa Internet para Todos. A partir de agora, o município interessado em participar do programa deve encaminhar um ofício ao MCTIC solicitando a adesão, conforme o modelo apresentado no link acima. Depois, a prefeitura receberá o termo de adesão e indicará as localidades escolhidas.

Caberá ao município selecionar um terreno na localidade para a instalação de uma antena pela empresa de internet credenciada para prestar o serviço. Além de garantir a segurança desse terreno, a prefeitura também deverá arcar com as despesas de energia elétrica que essa antena vai consumir. A prefeitura deverá ainda encaminhar um projeto de lei à câmara de vereadores para isentar essa operação da cobrança do Imposto sobre Serviços (ISS).

Segundo o diretor de Inclusão Digital do MCTIC, Américo Bernardes, os municípios podem indicar mais de uma localidade para receber a banda larga do programa Internet para Todos. Também podem sugerir pontos que não estejam na lista divulgada pelo MCTIC. “Inclusive, se algum município não estiver na lista, ele pode se candidatar mesmo assim. Não existe nenhum mecanismo de seleção. Todo município que quiser pode participar do programa. Ele tem apenas que cumprir com as suas obrigações”, ressaltou.

Empresas

Nesta segunda-feira, 08/01, começa o prazo para o credenciamento das empresas interessadas em participar do Internet para Todos. Para isso, deve encaminhar para Secretaria de Telecomunicações um documento com a solicitação. As conexões do programa Internet para Todos serão feitas por meio do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), em órbita desde maio de 2017 e com previsão de 18 anos de vida útil.

“A lista de localidades vai orientar as empresas para que definam onde poderão prestar atendimento. Não tem fechamento de prazo. Em qualquer momento a empresa interessada pode mandar um ofício para entrar no programa. Em princípio, a Telebras, parceira do programa, deve apresentar seu credenciamento para que a gente já possa começar a atender essas localidades, mas qualquer outra empresa pode se credenciar”, explicou Bernardes. Além do ISS, as operações serão isentas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e contarão com infraestrutura local.

O diretor de Inclusão Digital esclarece que o Internet para Todos não oferecerá o serviço gratuito, mas a preços reduzidos. “Muitas vezes a empresa tem um ônus grande para manter essa infraestrutura. Então, a empresa que atender essas localidades, por ter essas garantias e isenções, pode oferecer um produto com um preço menor”, avaliou.

De acordo com a Portaria nº 7.437/2017, da Secretaria de Telecomunicações do MCTIC, a empresa deve indicar a localidade de interesse, demonstrar capacidade para atendê-la e apresentar proposta de atendimento indicando velocidades, cronograma, estimativa de preço, tecnologia e serviço a ser ofertado, além de comprovar que atende aos requisitos previstos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a prestação do Serviço de Comunicação Multimídia.

“Queremos garantir que as pessoas que moram nessas localidades tenham condições de contratar um plano de acesso à internet. Hoje isso não existe, mesmo que ela queira. Uma boa parte da população tem telefone celular ou smartphone, mas não consegue usar”, afirmou.O link para acesso à lista pode ser conferido na página.

Fonte: Abranet
Link:
https://goo.gl/vjSHu9

10/01/2018 - Como funciona a neutralidade da rede e como seu fim pode afetar a Internet no Brasil?

Nas últimas semanas, muito tem se falado sobre a neutralidade da rede. Nos Estados Unidos, ela teve o seu fim decretado no último dia 14 de dezembro. Mas, na prática, o que é a neutralidade da rede? E como o fim dela determinado por Donald Trump pode afetar a internet no Brasil?

Primeiramente, vamos esclarecer que a neutralidade simplesmente significa que todos os internautas têm os mesmos direitos na Internet. Dessa maneira, os provedores de serviços de Internet e os governos não podem restringir conteúdos nem reduzir a velocidade do tráfego independente do perfil da pessoa que está acessando.

O fim da norma nos Estados Unidos pode afetar os usuários de diferentes maneiras. A primeira delas é o bloqueio de conteúdo, fazendo com que as empresas coloquem materiais mais relevantes para quem se dispor a pagar mais; a segunda seria a diminuição da velocidade de serviços, criando uma espécie de internet entre ricos e pobres. Pequenas empresas também podem ser prejudicadas, já que mediremos a velocidade pelo tráfego de cada site, assim os maiores serão beneficiados.

Um exemplo do que poderia acontecer em um futuro próximo na compra de um serviço de banda larga é a venda de pacotes casados. A empresa pode oferecer um plano em que você só terá acesso a Facebook, Twitter e Instagram e para ter acesso a outras funcionalidades, como YouTube, Netflix e Spotify será preciso assinar um pacote adicional.

Os defensores da nova lei (que revoga a última de 2015) negam que todos estes problemas podem acontecer, explicando que eles não existiam anteriormente. Com esse cenário nos Estados Unidos, gera-se a expectativa sobre o que vai acontecer em relação ao Brasil, que teve sua neutralidade da Internet regulamentada pelo Marco Civil, em maio de 2014.

De acordo com a legislação brasileira, “empresas não podem discriminar os dados que trafegam na rede e tem o dever de “tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino”.

Vale a pena se inteirar melhor sobre o assunto e entender quais mudanças podem acontecer em sua empresa também em seus clientes. Fique ligado em nosso blog para mais novidades sobre o tema, que devem aparecer em breve.

Fonte: Eletronet
Link: https://goo.gl/MX2Q1r

10/01/2018 - Informativo CCN Telecon

Nos últimos anos a CCN Telecom tem promovido mudanças importantes em sua estrutura, organizacional, física e qualificação dos seus colaboradores, a fim de oferecer qualidade
e melhores soluções para os nossos clientes. Para traduzir melhor a nossa postura de aprimoramento continuo, a CCN Telecom também reformulou a sua logomarca visando transmitir em sua comunicação os princípios que norteiam a nossa atuação no mercado. São eles: Inovação, qualidade e proximidade do cliente.

 

 

Somos uma empresa 100% brasileira localizada em Santa Rita do Sapucaí-MG, nacionalmente conhecida como o Vale da Eletrônica. Nosso posicionamento geográfico favorável, nos permite atender com satisfação e rápidez nossos clientes em quaisquer estados brasileiro. Ficando apenas a 227 km de distância de São Paulo e 368 km de distância do Rio de Janeiro.

 

08/01/2018 - Balanço de 2017: Um ano melhor que o anterior

Balanço de 2017: Um ano melhor que o anterior

O ano de 2017 foi considerado melhor que o de 2016 pelos que responderam à enquete anual do Teleco.


A crise econômica começou a ser superada pelo setor com um aumento na taxa de crescimento do pós-pago e da banda larga fixa e um encolhimento menor da base de pré-pago. A queda nos telefones fixos, por sua vez, se acentuou.

 

Nota: Projeções da Teleco para 2016.

 


Os dois itens principais do comentário do Teleco "O que acompanhar em 2017" foram alcançados com sucesso no final do ano:

  • 4G superou 3G e se tornou a principal tecnologia celular do Brasil.
  • A Oi chegou a um acordo com seus credores e aprovou um plano que deve levar à sua saída da recuperação judicial.




    Como pontos positivos do ano podem ser citados também:

  • A transição de voz para dados se acelerou com dados passando a ser a principal receita das operadoras móveis. Os planos começaram a incluir voz ilimitada e maior flexibilidade na utilização dos pacotes de dados.
  • O desligamento da TV analógica avançou nas principais capitais brasileiras e a frequência de 700 MHz pode começar a ser utilizada pelas operadoras móveis. Isto de traduz em melhor cobertura e viabiliza a implantação de redes 4,5G.
  • A Nextel Brasil foi adquirida pela AINMT que irá capitalizar a empresa.
  • Os acessos de IoT (M2M) continuam crescendo e o BNDES concluiu o estudo que irá servir de base para o Plano Nacional de IoT.
  • As iniciativas no atendimento digital das operadoras através de aplicativos e Bots avançou.


Como pontos negativos do ano merecem destaque:

  • O PLC 79, que irá permitir a migração das concessões de telefonia fixa para o regime de autorização, passou o ano inteiro parado no Senado e não há perspectivas de quando será aprovado. Como consequência, os contratos de concessão não foram renovados nem publicado o novo PGMU.

  • Não se teve avanços em relação à redução da alta e crescente carga tributária sobre os serviços de Telecom.

 

Diante deste quadro pergunta-se:

  • O ano de 2017 foi bom para as telecomunicações no Brasil?
  • O que esperar de 2018?
  • Os telefones fixos vão continuar sendo desligados em 2018?
  • O que muda no cenário competitivo em 2018?
  • Como ficará a recuperação judicial da Oi?
  • O PLC 79 será aprovado?

    Fonte:teleco.com.br
    Link:
    https://goo.gl/VaFdvZ